Na largada de 2022, o deputado Gil Pereira celebra uma ótima notícia. O país atingiu marco inédito de 13 GW em potência operacional da fonte solar fotovoltaica, somando grandes usinas, sistemas de pequeno e médio portes instalados em telhados e áreas de casas, condomínios, comércios, empresas e propriedades rurais. A dupla conquista (geração centralizada e distribuída) ocorre menos de dois meses após a última superação correspondente.

“Recebi com muito entusiasmo esta notícia. Os excelentes números para o setor significam vitória ainda maior para nós, mineiros, pois saímos na frente e mantemos a liderança nacional, com atração superior a R$ 9,9 bilhões em projetos, grande parte deles no Norte de MG, onde temos em operação (e em construção) as maiores plantas e fazendas solares”, ressaltou Gil Pereira.

E completou: “Colhemos o resultado da minha luta para o avanço das energias renováveis, sempre focada no desenvolvimento sustentável, com geração de empregos, renda e recursos tributários aos municípios, além de economia na conta de luz do consumidor”, declarou o deputado Gil Pereira, que preside a Comissão das Energias Renováveis e dos Recursos Hídricos, da Assembleia Legislativa.

Empregos e desenvolvimento sustentável

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) contabiliza números muito animadores, pois o país desde 2012 acumula a geração de mais de 390 mil empregos, atração superior R$ 66,3 bilhões em novos investimentos e R$ 17,1 bilhões em tributos aplicados pelas prefeituras em saúde, educação, asfalto etc. Além disso, a fonte solar também evitou a emissão de 14,7 milhões de toneladas de CO2 (gás de efeito estufa) na geração de eletricidade.

O presidente-executivo da entidade, Rodrigo Sauaia, aponta o avanço da energia solar como fator essencial ao desenvolvimento social, econômico e ambiental do país.

Economia na conta de luz

“A fonte fotovoltaica ajuda a diversificar nossa matriz energética para o suprimento de energia elétrica, reduzindo a pressão sobre os recursos hídricos e o risco de ainda mais aumentos na conta de luz da população com o uso das poluentes termelétricas”, afirmou Sauaia.

As usinas solares de grande porte geram eletricidade a preços até dez vezes menores do que as termelétricas fósseis emergenciais ou a energia elétrica importada de países vizinhos, explicou ele, dois dos principais elementos responsáveis pelo aumento tarifário sobre os consumidores.

Grandes usinas

O Brasil possui 4,6 GW em potência instalada em usinas solares de grande porte (geração centralizada - GC), o equivalente a 2,4% da matriz elétrica do país. Desde 2012, as grandes usinas fotovoltaicas já trouxeram ao país mais de R$ 23,9 bilhões em novos investimentos e mais de 138 mil empregos acumulados, além de terem proporcionado recursos tributários da ordem de R$ 6,5 bilhões, investidos em serviços públicos essenciais aos cidadãos.

Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sexta maior fonte de geração do ranking nacional, com empreendimentos em operação (e em construção) em nove estados brasileiros, nas regiões Sudeste (Minas Gerais e São Paulo), Nordeste (Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte) e Centro-Oeste (Tocantins).

Geração própria

No segmento de geração própria de energia (geração distribuída - GD), em residências, comércios, empresas e propriedades rurais, são 8,4 GW em potência instalada da fonte solar. Isso equivale a mais de R$ 42,4 bilhões em novos investimentos, R$ 10,6 bilhões em recursos tributários e mais de 251 mil empregos, acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões brasileiras.

Dominante, a tecnologia solar fotovoltaica é utilizada atualmente em 99,9% de todas as conexões de geração própria no país, liderando com folga o segmento.

Ao somar as capacidades instaladas das grandes usinas e da geração própria de energia solar, a fonte fotovoltaica ocupa, agora, o quinto lugar na matriz elétrica brasileira. A fonte solar já ultrapassou a potência instalada de termelétricas movidas a petróleo e outros combustíveis fósseis, que representam 9,1 GW da matriz elétrica brasileira.

 

 

Fonte: Assessoria Dep. Gil Pereira