Na movimentação criada no Estado e nos municípios para dizer o que fazer e dos números da pandemia Covid-19, o que não se vê são os secretários de Saúde, do Estado e dos municípios, de forma geral. Em BH, apesar, dizem, do prefeito ser bem assessorado, através de um experiente grupo de médicos e renomados especialistas em epidemiologia, quem fala é sempre Alexandre Kalil, com seu estilo pouco afável e menos ainda recomendável a um prefeito candidato à reeleição. No Estado, a cada 500 pessoas perguntadas sobre a identidade do atual secretário de Estado da Saúde, 500 respondem ser um tal de Zema, o mesmo que tenta ensinar em cansativas lives que as “empresas devem ter foco e que farmácias não vendem quiabo”. E daí? O que essa recomendação muda alguma coisa nesse momento de tanta dificuldade?