Em uma ação na justiça, seis tetranetos do Inconfidente José Joaquim da Silva Xavier, o Tiradentes, requeriam uma indenização à título de pensão especial, assim como teria acontecido com alguns outros parentes e familiares do dentista.

Aqueles últimos estariam recebendo uma pensão, vitalícia, diga-se de passagem, de cerca de R$ 200.

Os autores da ação citaram na petição as Leis de 1969, 1985, 1988 e de 1996, as quais haviam concedido pensão vitalícia à quinta geração do dentista, uma figura destacada da Inconfidência Mineira e mártir naquele evento.

Conforme bem lembra o ilustre professor de história, da UMG, Luiz Villata, que é um pesquisador da vida de Tiradentes, “Entre os legados deixados pela Inconfidência Mineira estão as falhas permanentes de nosso Poder Judiciário, desde aquela época notabilizado por produzir injustiças”.

Desta forma, o poder judiciário disse “não” aos tetranetos de Tiradentes, através de despacho do Tribunal Federal da Primeira Região – TRF-1, de Brasília, no respectivo processo legal.