Extinção de uma, indenização por danos morais e materiais às outras. Essa é a ação publica impetrada pelo MPMG, contra a Fundação Renova, Vale do Rio Doce, Mineradora Samarco e contra a BHP, em decorrência da tragédia ocorrida na cidade de Mariana, em Minas Gerais.

Considerado o maior desastre ambiental do mundo, a tragédia de Mariana já completa seis anos e trouxe consequências graves para o meio ambiente e para todas as pessoas que vivem ao longo de todo o seu trágico trajeto.

Naquela ação pública, o MPMG pede a extinção da Fundação Renova, que foi criada pelas outras três empresas para tratar, sem fins lucrativos, de todos os inconvenientes decorrentes do rompimento da barragem, mas que se envolveu em desvios de finalidades e na prática de ilícitos que estão sendo apurados no âmbito de sua existência e atuação.

Ainda requer a ação que a Vale, a Samarco e a BHP sejam condenadas a reparação de todos os prejuízos materiais e a uma indenização por danos morais da ordem de R$ 10 bilhões.

Aguarda-se atualização do andamento daquele processo.