Não foi mais possível, para as fábricas de motocicletas na capital amazonense, manterem suas unidades industriais em pleno funcionamento, seja pelo absenteísmo de seus funcionários, seja pela redução drástica no fornecimento de peças por parte de seus fornecedores.

Consequências do agravamento da pandemia em todo o estado do Amazonas.

Isso gerou uma queda na produção de nada mais nada menos que 13%, fechando em pouco mais de 961.000 unidades.

Mas, ainda assim, esse número ficou além das expectativas da Abraciclo, que esperava que as indústrias do segmento em Manaus chegassem a um total de 937.000 motocicletas produzidas.

Um aspecto importante e que traz ao mercado uma boa perspectiva e um certo alento, é que a demanda dos consumidores está em alta, o que deve levar as indústrias a incrementarem suas linhas de produção nos próximos meses.

As empresas estão tomando todas as medidas de precaução e de contenção possíveis e indicadas pelos órgãos de saúde oficiais de governo, para mitigar os efeitos da pandemia em suas instalações e em seus quadros de colaboradores.

Espera-se que, com essas medidas e com a indispensável colaboração dos governos federal, estadual e municipal, as linhas de produção das montadoras possam voltar a um patamar satisfatório de produção e que atendam às demandas dos consumidores finais.

 

 

 

Fonte: Agência Brasil