Na contramão da direção adotada pelo Governo Federal, a Petrobrás vem anunciando, nos últimos dias, novos aumentos nos preços dos combustíveis e do gás de cozinha.

Para mitigar os efeitos dos aumentos dos preços de combustíveis, incluindo o gás de cozinha, no país e reduzir a insatisfação justificada da grande maioria da população de baixa renda e também dos transportadores autônomos, o Presidente Jair Bolsonaro comunicou, em sua live do dia de ontem 19 de fevereiro, que irá reduzir a zero os impostos federais do óleo diesel, por dois meses, e do gás de cozinha “ad-eternum”.

Tais medidas deverão entrar em vigor a partir do dia 1º do próximo mês de março de 2021.

Agrega-se ao fato insalubre dos aumentos consecutivos de preços, em tempos de pandemia, uma declaração do atual presidente da Petrobrás, Roberto Castelo Branco, na semana passada, momento em que afirmou “eu aumento o preço aqui e não tenho nada a ver com caminhoneiros”.

Conforme afirmado pelo Presidente Bolsonaro, em sua live, os aumentos foram “excessivos e fora da curva”.

Dessa forma, vai ficar bastante claro, para a população e todos os atores envolvidos, onde estão localizados os impostos sobre aqueles itens, tanto nos estados quanto nos municípios e quais os percentuais que estão sendo aplicados para que os preços finais cheguem aos consumidores.