Motivação para fustigar assuntos polêmicos não falta. Os deputados estaduais bem que poderiam estender as investigações à TAESA (Transmissão Aliança de Energia Elétrica), cuja Cemig é majoritária, para apurar o porquê do imoral descompasso entre o cronograma financeiro e o da execução de obra chancelada pela Tratenge, empresa do bem-sucedido empresário Renato Salvador.