As escolas particulares, especialmente as da Zona Sul, agora traumatizadas, tentam se precaver contra possíveis investidas malucas de alunos contra colegas. Um fenômeno que assombrou o mundo, a partir dos EUA, com alguns casos em território nacional. Não custa arquitetar um plano de prevenção para fuga e proteção se, por acaso, um doidivanas uniformizado munido de arma de fogo ou arma branca entrar no local a fim de cometer algum tipo de violência contra os demais alunos. Para tanto, consultam especialistas em segurança.