A Igreja Católica, fica aqui o registro, perdeu um espaço, que há algumas décadas lhe era cativo, junto à comunidade carcerária no Brasil. As religiões evangélicas são a palavra de fé e esperança que hoje confortam os presos. Elas prestam inegável e importante serviço assistencial junto aos presidiários e familiares. A Pastoral Carcerária, pioneira, desde os bons tempos das comunidades eclesiais de base, desapareceu desse ambiente avesso à boa convivência, quando a sua presença era fundamental nas relações conturbadas entre estado, prisioneiros, operadores do direito e familiares. Dom Walmor, presidente da CNBB, foi informado em detalhes por um seu amigo sobre essa questão. E, preocupado ficou...