Vizinha de janela de um baita transformador de energia da Cemig, uma moradora com décadas de bairro Sion, na capital mineira, entrou em contato com a empresa e o departamento de parques e jardins da prefeitura com pedido de poda radical. Alegou, para tanto, que as seguidas e violentas explosões do aparelho, quando de chuvas e vendavais, assustava a todos. E, o pior, deixava as edificações próximas sujeitas a incêndio. Diante deste quadro, Cemig e PBH fixaram data para a operação, inclusive com comunicado de suspensão da energia durante toda uma manhã deste mês. Todos no quarteirão receberam bem a informação e se prepararam no dia fatídico com a retirada dos veículos das garagens e outras providências domésticas. Na undécima hora, contudo, um representante da Construtora Agmar, que sobe um espigão no quarteirão, abortou o trabalho. Seu empregado usou da justificativa de que o serviço não poderia ser suspenso por uma manhã como previsto a princípio. Nada se fez... A empresa conseguiu angariar antipatias no bairro Sion.