De acordo com o revelado pelo Reuters e o site Poder 360, um estudo clínico feito pela Pfizer e a University of Texas Medical Branch indicou que a vacina Pfizer parece funcionar contra as mutações do novo coronavírus. 

Ainda assim, os pesquisadores planejam realizar novos testes para terem resultados mais conclusivos sobre a eficácia da vacina nas variantes do Sars-CoV-2. Além disso, os resultados dos estudos ainda não foram revisados isoladamente por pares da Pfizer e cientistas da universidade. 

No Reio Unido, África do Sul e até mesmo no Brasil já foram identificadas pessoas infectadas por variantes do vírus.  

O cientista da Pfizer, Phil Dormitzer, informou na matéria divulgada que a vacina se mostrou eficaz contra a variante N501Y, uma das mais transmissíveis, além de outras 15 mutações. “Testamos 16 mutações diferentes, e nenhuma delas teve um impacto significativo (na eficácia da vacina). É uma boa notícia”, declarou, conforme a Reuters. “Isso não significa que a 17ª mutação não terá (impacto)”. Contudo, ainda serão feitos testes analisando outras mutações, como E484K, encontrada na África do Sul e também no Brasil, devido a sua alta taxa de transmissão. 

A vacina Pfizer já foi aprovada no Canadá, Arábia Saudita e Bahrein. Além do Estados Unidos, União Europeia e mais 13 países terem aprovado para uso emergencial. Os resultados dos testes com a vacina mostraram 95% de eficácia na proteção da Covid-19. 

 

 

Fonte: ICTQ