Um princípio básico da responsabilidade civil é o de obrigatoriedade de reparação dos danos ou prejuízos que alguém possa ter causado a outrem.

Não entendem assim os produtores do imunizante Pfizer, que somente aceitam vender vacinas para o Brasil se o país assumir a responsabilidade por qualquer efeito indesejado de suas vacinas.

A Anvisa não vai dar continuidade à análise de um possível pedido de uso emergencial, que não demonstre responsabilidade por parte de quem o fez.

Uma empresa produz um medicamento, que pode vir a ser fundamental na contenção de uma pandemia, mas não quer assumir nenhuma responsabilidade por quaisquer danos que tal produto venha a causar a quem o receber.

É preocupante tal postura.

Veja a situação atual da análise técnica do imunizante Pfizer no quadro da Anvisa: