Mais uma vez, o alerta que parte de Guiné é tempestivo. Sete pessoas apresentaram os sintomas clássicos da contaminação e três já vieram a óbito.

A doença ressurge depois de um longo período sem dar sinais de existência, desde as ocorrências havidas nos anos de 2013 e 2016.

Todos os sete primeiros pacientes apresentaram exatamente os mesmos e característicos sintomas, que são diarreia crônica, vômitos e sangramentos severos.

Os casos relatados surgiram na mesma localidade onde os casos anteriores aconteceram, ou seja, na cidade de Nzerekore, na fronteira com Libéria e Costa do Marfim, por onde circulam milhares de pessoas.

O surto acontecido naquele período de 2013/16 levou a óbito mais de onze mil pessoas, a maioria de Guiné, Serra Leoa e Libéria.

Os sintomas são os que aqui foram mencionados, sempre em profusão, sendo que os vírus podem ser transmitidos através dos fluídos humanos e a doença é ainda mais letal do que a Covid-19, levando suas vítimas a óbito em questão de poucos dias.

Todavia, para o ebola já existem imunizantes, os quais já foram solicitados pelo governo daquele país à OMS, em caráter de emergência.