A corrida desenfreada em busca de uma vacina, que seja confiável, segura e de efeitos que se podem medir e atestar, com provas irrefutáveis, evidências científicas, e verificação de todos os processos de produção e imunização, é um propósito que, por vezes não poucas, leva à inobservância de que existem outras alternativas de solução, muito mais práticas e eficazes, menos onerosas para os cofres públicos e que permitem se alcançar resultados mais imediatos.

Neste diapasão, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações – MCTI, investiu recursos consideráveis em um estudo clínico, onde foram exaustivamente observados todos os efeitos e resultados da aplicação da Nitazoxanida, no tratamento precoce contra o covid-19.

Naquele estudo, que observou mais de dois mil possíveis fármacos, restou comprovado que a sua utilização tempestiva reduz a carga viral em pacientes, cuja contaminação acusou algum sintoma dentro dos primeiros três dias e que, sendo ministrada dentro desse período de tempo, se alcança o êxito da contenção das possibilidades de contágio, por parte do paciente atingido, reduzindo drasticamente o agravamento da situação de disseminação.

Ou seja, os possíveis vetores perdem essa condição.

A grande boa notícia é que esse estudo clínico, promovido pelo MCTI, foi devidamente confirmado pelo periódico European Respiratory Journal – Flagship Scientific Journal, que atestou que o antiviral Nitazoxanida é eficaz no combate ao vírus da Covid-19, quando ministrado em até três dias da contaminação, e deve ser aplicado na dosagem de 500mg, durante 5 dias, de oito em oito horas.

Essa publicação é uma excelente notícia, para iniciarmos o novo ano com uma nova e promissora perspectiva de solução mais a curto prazo, e permite um olhar mais esperançoso de retornar a alguma normalidade.

É uma contribuição importante da ciência brasileira, em um cenário mundial apocalíptico.

 

 

 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações