O Ministério da Saúde – Governo Federal, informa que compra de medicamento atende ao Programa Nacional de Controle da Malária e se mantém no mesmo patamar médio dos anos anteriores, sendo, portanto, falsa a afirmação de que estaria “usando” a Fiocruz para a produção do medicamento, conforme afirma a Folha.

O MS informa, também, que não adquiriu 4 milhões de unidades de comprimidos de disfosfato de cloroquina 150 mg com recursos alocados à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) por meio da Medida Provisória número 940.

A pasta adquire o medicamento cloroquina 150 mg para atendimento ao Programa Nacional de Controle da Malária.

Destaca-se que a aquisição deste medicamento junto à Fiocruz realizada em 2020, programada no ano de 2019, portanto antes da pandemia, manteve-se no patamar médio adotado nos exercícios anteriores.

Além disso, o valor unitário do medicamento permanece o mesmo desde 2018.

Com a elevação do número de casos de covid-19, e aumento da demanda, o estoque do Ministério da Saúde foi rapidamente distribuído, e a demanda da Cloroquina pelos estados e municípios apresentaram crescimento.

Neste cenário, o Laboratório Químico e Farmacêutico do Exército (LQFEX), disponibilizou a Cloroquina 150 mg ao Ministério da Saúde, para distribuição ao Sistema Único de Saúde, como forma de auxiliar no enfrentamento da pandemia no país.

As entregas do medicamento pelo LQFEX ocorreram diretamente às Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde.

Dúvidas e esclarecimentos acerca desse tema, poderão ser obtidos diretamente no Ministério da Saúde – Governo Federal pelos fones:

(61) 3315-3580 / 2351 / 3713

 

 

Fonte: Ministério da Saúde - Governo Federal.