A Farmacêutica consolidou uma parceria com o Fundo Soberano Russo e o Instituto Gamaleia, detentores dos direitos da vacina, com o objetivo de promover a transferência de tecnologia de produção do imunizante Sputnik V, para suas instalações no Brasil.

Fernando de Castro Marques, presidente da empresa, deve embarcar para a Rússia no próximo final de semana, para ir em busca de maiores detalhes técnicos de produção da vacina, bem como tratar da transferência de tecnologia para sua fabricação, cujo princípio ativo deverá ser produzido em Brasília - DF.

A União Química tem previsão de produzir até 8 milhões de doses, por mês inicialmente, e espera entrar nesse processo industrial ainda nesta semana.

Todavia, a Agência de Vigilância Sanitária – Anvisa, informa que ainda não recebeu, na sua totalidade, os dados técnicos exigidos para a análise do imunizante, e aguarda que o produtor assim o faça o mais breve possível.

O quadro abaixo mostra quais os imunizantes estão em fase de análise na Anvisa, até o último dia 08 de Janeiro de 2021:

Nesse meio tempo, a empresa informa que iniciará a sua produção na unidade de biotecnologia – Bthek, de sua propriedade, em Brasília, para, na sequência, enviá-las para São Paulo, para que sejam fracionadas e envasadas em Gurarulhos.

Esse imunizante foi, inicialmente, aplicado na Argentina e em Belarus, sendo o primeiro a ser registrado no mundo, contra o coronavírus da Covid-19.

O Governo Russo informou que, até 14 de Dezembro do ano passado, já havia vacinado mais de 200 mil pessoas no país, utilizando a Sputinik V.

 

 

Fonte: ICTQ