De acordo com informações passadas pelo Secretário de Saúde de Manaus, Marcellus Campêlo, a partir da última semana do mês de dezembro de 2020 o consumo de oxigênio, que até então estava absolutamente dentro de todas as previsões, sem falta do insumo em toda a rede hospitalar da cidade, triplicou em apenas uma semana e meia, em meio ao plano de contingência que já estava sendo adotado, causando o colapso no fornecimento do produto.

O volume consumido normalmente e até então era de cerca de 20.000 m³   e saltou para quase 70.000 em menos de duas semanas.

Tal fato, aliado às péssimas condições de logística da região, agravou sobremaneira a situação nas unidades de saúde, o que levou o Secretário da acionar diretamente o Ministro Pazuello.

A partir de então, tão logo tomou conhecimento do quadro caótico informado por Campêlo, o Ministro Pazuello tomou todas as medidas de logística cabíveis e disponíveis no momento, para mitigar os efeitos da falta do produto em Manaus.

Ato contínuo, foram acionadas equipes da Força Aérea, do Exército Brasileiro, e instituições correlatas, além de entidades particulares, por iniciativas próprias e às suas próprias custas, para o envio tempestivo de usinas de oxigênio e de milhares de metros cúbicos de oxigênio em estado líquido e gasoso, os quais somente poderiam chegar ao seu destino por via aérea, por meio de aeronaves específicas.

Desta forma, o Secretário ratifica que não houve, em momento algum, omissão ou negligência com um tal assunto de tão elevada gravidade, por parte do Ministro Pazuello, que adotou medidas de contingência, tão logo tomou conhecimento da situação.

Seguem-se as ações planejadas, em conjunto com os governos locais, visando manter a continuidade do suprimento de todos os insumos, incluindo nesse universo as vacinas, para atendimento às demandas de toda a área da saúde do estado amazonense e de sua capital.