Em 2011, nasceu um projeto experimental com 13 produtores locais. Cada qual cuidou de 400 plantas em suas propriedades. A safra embrionária foi colhida em 2013, com controle agrônomo das vinhas e poda de ciclo invertido. A possibilidade de criação de um pólo de enoturismo tomou força como atividade econômica. Gastronomia, cultura e história... essa uma outra vocação de Minas Gerais, visto que a mineração, inclusive de diamantes, além de predatória ao meio ambiente, se mostra em fase de exaurimento. O visionário Leonardo Andrade, por não ser deste mundo, apostou logo na diversidade das uvas: syrah, tempranillo, malbec, tannat e sauvignon blanc. A estirpe deste último fruto lhe conferiu premiação de destaque no Festival Internacional de Vinhos de BH. Os vinicultores de Diamantina, o bambuiense à frente, estão dispostos a fazer da terra de Juscelino Kubitschek um pólo de produção de vinho de qualidade invejável, com alto valor agregado no mercado nacional.