A amamentação é essencial para garantir as necessidades nutricionais dos bebês e, de acordo com levantamento da Organização Mundial de Saúde (OMS), reduz em 13% as chances de mortalidade até os cinco anos, além de promover ganhos para o desenvolvimento do cérebro e o crescimento físico adequado que se reflete ao longo de toda a vida da criança. A prática também é benéfica para a mulher, pois amamentar até os seis meses diminui o risco de câncer de mama e ajuda no pós-parto, já que o útero se contrai e volta ao tamanho normal mais rapidamente. 

O aleitamento é recomendado até os dois anos ou mais e de forma exclusiva até o 6º mês do bebê e deve começar logo após o parto, como destaca a coordenadora do curso Nutrição da Faculdade Pitágoras, Elisandra Maria da Silva Alfaro. “A amamentação é a forma mais completa de alimentação e absorção das defesas necessárias para o organismo. A prática deve ser incentivada, assim como a doação para bancos de leites, para aquela mãe que não pode amamentar possa garantir que a criança receba os nutrientes certos nos primeiros mil dias de vida”, pontua. 

Elisandra esclarece que amamentar pode ser uma atividade exaustiva nas primeiras semanas e exige persistência. “Assim como o bebê, a mulher precisa ser treinada para esse período, para que ele seja com o mínimo de complicação e esforço. O leite materno garante que a criança receba os anticorpos para proteção contra doenças como infecções intestinais e respiratórias, a diabetes e a obesidade. O aleitamento é, ainda, um excelente exercício para o desenvolvimento da face da criança, importante para que ela tenha dentes fortes, desenvolva a fala e tenha uma boa respiração, então não desista”, encoraja.

A amamentação na primeira hora de vida é importante tanto para o bebê quanto para a mãe, pois, auxilia nas contrações uterinas, diminuindo o risco de hemorragia. Outros benefícios para as mamães, se refere ao efeito hormonal que normalmente induz à falta de menstruação, e reduz o risco de câncer de ovário e de mama. “O aleitamento materno frequente traz consigo diversos benefícios e faz com que a mãe produza mais leite. Nos casos em que não for possível, é importante o suporte da rede de apoio para que ela seja encorajada e comesse a amamentar”, orienta a docente.

A nutricionista destaca que é preciso atenção com o que é consumido pela lactante. O cuidado com a hidratação deve ser redobrado, já que a parte líquida do leite é produzida a partir da hidratação da mãe. “Com o aumento da demanda de água no organismo, é possível sentir mais fome e sede e, por isso, a mulher que está amamentando pode ficar desidratada. A nutrição deve ser rica em alimentos saudáveis e minimamente processados. Para a hidratação, o recomendado é beber muita água e evitar líquidos açucarados que contribuam para o sobrepeso”, conclui.

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Fonte: Rosangela Fernandes - Ideal HKS