Carros de som são proibidos durante o carnaval em Belo Horizonte

Um dos grandes responsáveis por dar prosseguimento à folia quando os desfiles dos blocos chegam ao fim, os carros de som estão terminantemente proibidos na capital mineira neste Carnaval.


Por Bem Minas

09/02/2018 às 10:20:00

Carros de som são proibidos durante o carnaval em Belo Horizonte

Nesta quinta-feira (8), o Centro de Operações de Belo Horizonte (COP-BH), anunciou a proibição de carros de sons na Capital.

“Carros de som não serão tolerados. Nós temos todo um planejamento para garantir o sossego das pessoas, para que algumas se divirtam e outras descansem a partir de determinado horário. Onde tiver carro de som, mobilizaremos a fiscalização. Se for necessário, rebocaremos”, afirmou a coordenadora do COP-BH Geórgia Ribeiro.

Três equipes, que ficarão em pontos específicos da cidade e serão deslocadas sempre que necessário, irão monitorar 24 horas as ocorrências de carros de som, bem como qualquer outro problema que possa surgir após o desfile dos blocos de rua. Elas ficarão distribuídas em três vans, chamadas de “volantes”, cada uma com oito pessoas, sendo dois policiais militares, dois guardas, dois fiscais e dois agentes de trânsito.

As denúncias podem ser feitas anonimamente pela população por meio do telefone 156 e também a partir de um posto de comando criado especialmente para o Carnaval.

A unidade, que funciona no COP-BH, no bairro Buritis, na região Oeste da capital, tem a participação de 30 órgãos municipais e estaduais, como Polícia Militar, Samu, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal e Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans). O sistema começou a operar no último sábado e vai até a Quarta-Feira de Cinzas.

Dentro dele está o georreferenciamento, o BHGeo, que irão monitorar o trajeto e a programação dos blocos carnavalescos e a necessidade de socorro médico, por exemplo. Haverá ainda ações de segurança e trânsito.

Ao todo, a unidade recebe imagens de 1.600 câmeras das nove regionais da cidade. “Vamos monitorar tudo o que acontece na rua. Se o bloco atrasou, se há ambulantes não credenciados, se há a necessidade de atendimento de alguém que está alcoolizado”, exemplificou a coordenadora.

 

Fonte: O Tempo

Imagem: Google